PSP confirma que o perigo para os reféns motivou a operação

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PSP confirma que o perigo para os reféns motivou a operação

Mensagem  Vitor mango em Sex Ago 08, 2008 10:03 am

PSP confirma que o perigo para os reféns motivou a operação

Segundo a PSP, foi a perigosidade da situação para os reféns
que desencadeou a operação de resgate através da Unidade de Operações
Especiais. Um assaltante foi morto e o outro está gravemente ferido .

.
..

Em
comunicado lido esta noite, sem direito a perguntas, a subintendente da
PSP Florbela Carrilho, confirmou que a operação de resgate dos reféns
foi motivada pelo avolumar do perigo, o que levou à acção da Unidade
Táctica do Grupo de Operações Especiais.
Segundo a
PSP, após a aproximação dos sequestradores da entrada do banco, por
volta das 23h00, com armas apontadas aos reféns, os agentes
ainda tentaram restabelecer as negociações, sem sucesso. O perigo
crescente para os reféns motivou, então, a acção.
Os três disparos foram todos feitos pela polícia e iniciados por atiradores furtivos, referiu também a subintendente.
A
PSP afirma ainda que foi a acção dos negociadores que permitiu a
libertação de quatro dos reféns durante a tarde, dois hoemens e duas
mulheres. Confirmado está também que os dois reféns estão bem de saúde.
Quanto
aos dois assaltantes, brasileiros, um deles, com cerca de 35
anos, morreu na sequência da operação e o outro está gravemente ferido,
em estado crítico mesmo. Esse sobrevivente, que tem 25 anos, foi
transportado para o hospital São José com ferimentos na zona cervical
(coluna) e na cara, ao que o SOL apurou. O corpo do assaltante abatido já foi retirado do local.
Os
dois reféns do assalto desta quinta-feira são uma mulher, gerente do
banco, com cerca de 30 anos que não teve ferimentos e um homem,
funcionário da instituição, que sofreu ferimentos ligeiros provocados
por estilhaços resultantes dos disparos. Ambos foram transportados para
o hospital de São José.
O movimento de agentes junto
da dependência do banco aumentou por volta das 22h30, e alguns minutos
depois um dos assaltantes aproximou-se mesmo da entrada do banco,
acompanhado de uma refém de mãos atadas, a quem apontava uma arma ao
pescoço.
Pouco depois surgiu o segundo dos
assaltantes à entrada da da dependência bancária, com o outro refém, um
homem. Ambos os assaltantes, presumivelmente brasileiros, tentavam
fazer exigências à polícia.
Terão sido dois jovens
brasileiros, um deles com 25 anos e o outro com cerca de 35 anos, os
autores do assalto e sequestro que terminou mais de oito horas depois
do primeiro alarme ter sido dado.
Durante a tarde,
uma mulher, de 52 anos, conseguiu sair da dependência do BES cerca de
uma hora depois do início do assalto, após ter sofrido um ataque de
ansiedade grave. Outros três reféns terão sido libertados mais tarde.
A
artéria esteve totalmente cortada ao trânsito e a peões, desde a zona
do o Estabelecimento Prisional de Lisboa até à Rua da Artilharia 1,
constatou a Lusa a partir de um terraço do prédio na esquina entre
estas duas ruas.
Os habitantes da zona que tentaram
dirigir-se para as suas casas foram impedidos de o fazer, por razões de
segurança. Só depois da meia noite as pessoas tiveram autorização para
regressar a suas casas.
SOL com agência
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Vitor mango

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